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Mertola, onde apetece ficar!

 

MÉRTOLA, UM LUGAR ONDE APETECE FICAR!

 

Sobranceira ao rio Guadiana, a vila de Mértola, oferece ao visitante o encanto do seu casario branco disposto no socalco das ruas adornadas de laranjeiras e iluminadas pela luz intensa do sol. As ruas forradas de lajes gastas pelo tempo, testemunham a história de um povoado circundado pela velha muralha e para sempre marcado pela herança cultural dos vários povos que aqui se cruzaram e lhe conferem, hoje, o rótulo de vila museu.

Outrora um importante entreposto comercial, naquele que foi o porto mais setentrional do “rio grande do sul”, Mértola foi lugar de paragem para fenícios e cartagineses, romanos, suevos e visigodos, árabes e cristãos. Hoje, o legado da história permanece nos diversos núcleos museológicos do Museu de Mértola dispersos pela vila, nos traços das casas, no cante das vozes, nos ofícios e dizeres, nos aromas e sabores, na arte de bem comer e bem receber.

Fora do bulício da vila, o horizonte lança o convite para se deixar vaguear pela paisagem ora de relevos suaves e planícies ondulantes ora de escarpas abruptas e densas áreas de matagais de zimbro que ladeiam o rio Guadiana. Por estas terras se estende a vasta área do Parque Natural Vale do Guadiana, refúgio de espécies emblemáticas como a águia imperial ibérica, a cegonha-preta, a lontra, o gato-bravo, várias espécies de morcegos, repteis e anfíbios e uma flora rica em plantas aromáticas e medicinais que dão um colorido e aroma único aos campos.

O Pulo do Lobo, a Praia fluvial da Tapada Grande, os canais do Guadiana, o antigo Complexo mineiro da Mina de S. Domingos ou antigo porto fluvial do Pomarão são apenas alguns dos lugares de visita num concelho que é vasto em espaço e tranquilidade. Durante o ano a paisagem varia do verde invernal ao colorido primaveril. O verão deixa a paisagem árida e dourada relembrando os desertos do sul. O vento suão agita a costumada quietude da vila que é animada, ao longo do ano, por vários eventos de cariz cultural. A não perder o Festival do Peixe do Rio, o Festival Islâmico, as Festas da Vila ou a Feira da Caça. E porque, nem só de calmaria se faz o Alentejo, por aqui não faltam propostas para dias agitados: uma descida de rio, um voo de parapente, um percurso pedestre numa noite de luar, uma caçada no concelho que é Capital Nacional da Caça, um passeio de TT ou um passeio de barco no Guadiana, são algumas das propostas.

Por entre tantos deleites não esquecer a gastronomia local e os produtos de excelência como os enchidos, os queijos, o pão ou o mel de rosmaninho, para saborear por cá ou para levar de lembrança. A caminho da Igreja Matriz (antiga mesquita) é obrigatória a paragem na Oficina de Tecelagem, parte integrante do Museu de Mértola, onde ainda se fazem mantas de lã em teares tradicionais.

Aqui, as razões para uma visita e estadia são muitas. O concelho revela-se, hoje, um daqueles lugares de tradição, aconchego, tranquilidade e vivências onde apetece ficar e desfrutar!

 

 

 

CENTRO HISTÓRICO DE MÉRTOLA E NÚCLEOS MUSEOLÓGICOS DO MUSEU DE MÉRTOLA

Aventure-se numa viagem pelo tempo e descubra o legado da história nos traços das casas, no canto das vozes, nos ofícios e dizeres, nos aromas e gostos e no rosto das gentes que encontra pelo caminho.

Para ver: Mesquita; Núcleo do Castelo; Alcáçova; Núcleo Islâmico; Núcleo da Basílica Paleocristã; Núcleo de Tecelagem; Núcleo Romano; Núcleo de Arte Sacra; Núcleo da Achada de S. Sebastião; Forja do Ferreiro; Torre do Rio; Torre do Relógio.

 

 

 

MINA DE S. DOMINGOS: A ROTA DO MINÉRIO

A área mineira de São Domingos, inserida na Faixa Piritosa Ibérica, foi desde a Antiguidade um local procurado para a extração de minérios. A sua exploração moderna iniciou-se em 1858 por iniciativa da companhia de mineração “Mason & Barry” e manteve-se até 1966, após cerca de 108 anos de exploração regular.

A Rota do Minério evoca o passado recente da mina, num trajeto que percorre as ruas da localidade da Mina de S. Domingos, os caminhos do antigo complexo mineiro, segue ao longo da antiga via-férrea e culmina na aldeia ribeirinha do Pomarão, onde se localizava o antigo porto fluvial de escoamento do minério.

 

 

 

PULO DO LOBO

O Pulo do lobo é o coração do Parque Natural do Vale do Guadiana. Nesta queda de água de 16 metros (o principal acidente geológico deste Grande Rio do Sul), sentem-se as forças telúricas em ação, as quais vão moldando o vale do rio, criando uma garganta de rocha que vai subindo o rio na direção da sua nascente. Aqui vivem e criam a cegonha preta, a águia real e o bufo real. Em torno, o matagal mediterrânico enche-nos de cores e cheiros. O encantamento em torno deste lugar é incomparável e podemos mesmo imaginar um lobo a saltar entre margens no seu ponto mais estreito. O Pulo é geologia, é paisagem, é biodiversidade e é também símbolo do inconformismo de um rio que não desiste de encontrar o mar mais a sul.

 

 

 

PRAIA FLUVIAL DA MINA DE S. DOMINGOS

A descoberta para quem vem de Mértola, na estrada N265, é surpreendente: um vasto plano de água límpida e calma circundado pela sombra das árvores e numa das margens uma praia fluvial de areias brancas. Inicialmente construído para abastecimento da povoação e dos trabalhos mineiros, este grande açude, assume hoje outras funcionalidades bem mais recreativas. Para banhos, a época balnear começa a 15 de Junho e termina a 15 de Setembro, mas a praia é lugar para estar o ano inteiro!

 

 

 

FESTIVAL ISLÂMICO

A Mértola islâmica dos dias do Festival enche-se de uma mistura de sonoridades de cá e de lá, do outro lado do mediterrâneo. No “souk”, os cabedais, as djellabas, o incenso, o sândalo, o chá de menta, as especiarias e a mistura de vozes árabes e lusitanas dão cor, aroma e melodia especial às ruas cobertas de tecidos; refúgio perfeito para a luz do sol. A música por estes dias celebra o encontro de culturas e por entre vozes de cante alentejano ouvem-se acordes de alaúdes e o batuque de uma darbuka. As noites do festival são um claro convite à descoberta de novos sons: no cais, no castelo, na praça ou recantos da vila, as noites são feitas de mais música, de música nova, cheia de ritmos ora fulgurantes ora mais intimistas de artistas de todo o mediterrâneo. Pela música se enaltece, aqui, uma comunidade recetiva à diferença, à descoberta, à experimentação, ao diálogo e ao salutar convívio entre pessoas.

 


Fotos e Informações:
www.visitmertola.pt

Facebook: www.facebook.com/visitmertola

 

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