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As melhores praias da COSTA VICENTINA...

O Parque Natural do Sudoeste Alentejano é o guardião da beleza selvagem das praias do Alentejo. Apertadas entre falésias ou estendendo-se em compridos areais que convidam a longos passeios, são ideais para o perfeito descanso.

Nos caminhos para a praia vai encontrar pequenos refúgios para comer peixe em vilas que se debruçam sobre o mar. Como Porto Covo, pitoresca aldeia de pescadores, que nos recebe numa bonita praça rodeada de casas baixinhas. A praia é muito acolhedora e no seu portinho, onde baloiçam barcos coloridos, pode pedir a um pescador que o leve à Ilha do Pessegueiro. É uma curiosa ilhota que o rei Filipe I pensou em ligar ao continente. Desse sonho real vai ver as ruínas de dois fortins, um na ilha e outro na costa.

Se, afinal, prefere um sítio animado, vá até Vila Nova de Milfontes, na foz do rio Mira. Tem a escolha entre a praia oceânica ou as do rio. E pode fazer um lindo passeio de canoa. Diferente ainda é a pequena praia de Zambujeira, apertada entre belas falésias, onde pode percorrer os trilhos usados pelos pescadores, à descoberta da Fonte dos Amores.

Praias
O Alentejo é feito de costas abruptas e encostas suaves, erguido nos montes, nascido nas plantações, renascido no turismo, alimentado na boa mesa, retemperado nas praias, muitas, das melhores que o nosso país tem a oferecer.

De Tróia a Odeceixe, na fronteira com o Algarve, as finas areias brancas, diluem-se na paisagem do mar infinito, azul e contagiante...

Estendendo-se ao longo de mais de 100kms de costa, desde Porto Covo no Alentejo, até ao Burgau no Algarve, o Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina é o troço de litoral europeu melhor conservado, com várias espécies de fauna e flora únicas, sendo por isso visitado por muitos zoólogos e botânicos, oriundos de todas as partes do mundo.

A paisagem é marcada pelas falésias escarpadas, representadas no símbolo do Parque, a que a erosão ao longo dos tempos deu várias formas e colorações.

Aqui, avistam-se muitas espécies de aves, como as raras águias pesqueiras, mas o destaque maior vai para as cegonhas-brancas, por ser este o único local do mundo em que elas nidificam nos rochedos marítimos. Outra raridade são as lontras, pois este também é o único lugar em Portugal e um dos últimos na Europa, onde é possível encontrá-las em habitat marinho. Da flora, que inclui o maior número de espécies prioritárias no país, fazem parte espécies que só aqui existem, e que têm nomes como a Biscutella vicentina ou o Plantago Almogravensis. 

As Praias, muito procuradas pelos surfistas, são das melhores do país. A variedade é enorme, encontrando-se extensos areais ou pequenas praias aninhadas entre arribas e rochas. De entre tantas, podemos referir Porto CovoMalhãoVila Nova de MilfontesAlmograveMonte ClérigoArrifana e a Praia do Amado. Se tiver energia e vontade de caminhar, pois os acessos nem sempre são fáceis, poderá descobrir muitas outras que se mantêm em estado quase selvagem.

No extremo sudoeste do Parque, não deixe de visitar o Farol, no Cabo de São Vicente que dá nome a esta parte da costa, e muito perto, a Ponta de Sagres, onde existiu a famosa Escola Náutica fundada pelo Infante D. Henrique no séc XV.

Para uma descontraída semana de férias à beira-mar, a Costa Vicentina tem praias inseridas num ambiente natural preservado e quase virgem, de paisagem protegida. Venha conhecê-las.

As praias da Costa Vicentina são uma excelente alternativa aos destinos de férias mais concorridos. Os acessos "difíceis" fazem com que sejam praias praticamente selvagens, algumas totalmente isoladas. Mas quem se dá ao "trabalho" de as procurar nunca se arrepende, pois tanto encontra extensos areais de areia fina e branca como pequenas praias aninhadas entre as falésias. Pode mesmo chegar a descobrir uma praia só para si, onde o mar convida a mergulhos prolongados. As temperaturas, essas, são sempre agradáveis na região.

Absolutamente a não perder são as praias Vale dos HomensMurração e Carriagem, na zona de Aljezur. Suba um pouco e encontra a praia da ilha do Pessegueiro onde pode fazer um trajecto de barco para visitar os vestígios romanos na ilha. Em terra, conheça a pacata povoação de Porto Covo.

Mais para Norte, apesar de já não se encontrarem no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e da Costa Vicentina, vale a pena espreitar as praias de Brejos - um tesouro escondido na península de Tróia - e da Aberta Nova, bastante isolada. Para um almoço à beira-mar, delicie-se com o peixe fresco do restaurante "Aqui há Peixe", na praia do Carvalhal.

Desporto na Costa Vicentina
Com uma costa bem preservada, o litoral reúne praias concorridas e outras em estado selvagem, entre a foz do Sado e o Algarve. Se de Tróia a Sines se usufrui de uma língua de areia contínua, com praias tão agradáveis como a da Galé, Melides ou Santo André, a partir do porto de Sines este paraíso natural de areia e mar avança por Porto Covo, Milfontes, Almograve e Zambujeira do Mar, ora em aberturas mais suaves ora mais escarpadas.

Mas nem só de praia vive esta costa. Há muito mais por fazer. Se é adepto do surf e modalidades adjacentes, não faltam por aqui ondas perfeitas. Se desejar aprender pode mesmo fazê-lo, por exemplo na Comporta e em Santo André. Estas águas vivas oferecem também uma grande riqueza de paisagem subaquática, sendo muito procuradas para mergulho. Pode também iniciar-se nesta prática, se estiver na zona de Milfontes. Em águas doces, a canoagem é uma opção, como nas lagoas de Melides ou Santo André, na Barragem de Santa Clara-a-Velha e pelo rio Mira.

Por terra, há muitas opções a partir de S. Torpes, percursos pedestres pela costa, integrada no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, passeios a cavalo, em BTT ou de jipe.
E até pode voar. O parapente é uma modalidade com muitos praticantes em algumas falésias e elevações.