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Vieira do Minho, descubra os 5 sentidos!

O Concelho de Vieira do Minho possui grandes potencialidades que têm sido alvo de aproveitamento turístico. O recurso mais emblemático deste concelho é a sua paisagem. As paisagens que aqui existem, desenhadas com as mais belas cores que os mestres têm nas suas paletas avassalam pela sua magnitude e pelo seu brilho.


São aliás estas paisagens deslumbrantes o enquadramento para momentos de lazer diversificados, nomeadamente a prática de BTTPedestrianismoOrientaçãoPaintballTiro com arcoEscala… Há ainda os lagos azuis que contrastam com o verde e o cinzento granítico da serra, estes lagos onde deambula o barco de recreio e se desliza no cabo ski…

O património, na sua beleza rude e austera, acolhe hoje unidades de turismo em espaço rural, onde o conforto proporcionado permite ao visitante o deleitoso convívio entre a modernidade e a tradição.
A cultura das nossas gentes passa também pela excelência gastronómica. São inúmeros os pratos que são confeccionados recorrendo à tradicional vitela barrosã, ao cabrito, aos produtos hortícolas… Não esqueçamos o delicioso queijo e o inconfundível mel!

Não deixe ainda de ajudar a sua memória e quando partir leve consigo um dos inúmeros produtos artesanais.
Tocar, sentir também é recordar. Quem visita Vieira do Minho não esquece. 

Em família ou entre amigos desfrute dos vários percursos, a pé ou de bicicleta, que temos para lhe oferecer pela Serra da Cabreira, embarque no “Brancelhe” que o leva a passear pela Albufeira de Caniçada e que proporciona a quem viaja momentos únicos de prazer mágico.

Se procura emoções mais fortes nada, como visitar a Albufeira do Ermal e ponha-se à prova no Teleski.
Se é fã do campismo, deixe-se encantar por um do mais belos Parque de Campismo do país onde pode trazer a sua tenda, a caravana ou então deixe-se seduzir por uma noite romântica num dos bongalows, e começar o dia com um mergulho nas Piscinas Municipais.

Goze de um tempo bem passado em que a Natureza é a palavra de ordem, usufrua destas e de outras emoções que esta Terra localizada entre vales e monte tem para lhe oferecer.

 

SERRA DA CABREIRA

Seja a pé, de btt ou de viatura, a Serra da Cabreira é passagem obrigatória para quem visita Vieira do Minho, e para quem deseja desfrutar de uma exuberante paisagem serrana. A Serra da Cabreira estende-se pelos territórios de Vieira do Minho e de Cabeceiras de Basto.

O seu cume, o Talefe, com 1262 metros de altitude, oferece ao visitante uma paisagem verdadeiramente deslumbrante e sublimes panorâmicas sobre as aldeias serranas, albufeiras e a Serra do Gerês.

A sua Fauna é dominada pelas espécies típicas das zonas de matos e das florestas de coníferas, estando as espécies dos restantes habitats muito confinadas. Convém, no entanto salientar que a diversidade de espécies é ainda assim, relativamente elevada, quando comparada com outras zonas do país. Destacam-se, pelo seu estatuto de protecção e/ou raridade: entre os anfíbios a salamandra-lusitana, o tritão-de-ventre-laranja e o tritão-palmado; entre as aves o tartaranhão-caçador, melro-d’água. De referir ainda a existência de duas espécies (o dom Fafe e a felosa-das-figueiras) cujo valor patrimonial é elevado devido à raridade dos locais conhecidos de nidificação em Portugal. Já no que diz respeito aos mamíferos, merecem menção, a toupeira de água, o lobo, a lontra e o gato bravo.

A região da Serra da Cabreira encontra-se numa zona que, do ponto de vista biogeográfico, se classifica como de transição entre a flora da região cantábrica e a flora da região ibero-atlântica. O primeiro tipo de flora é mais próximo da flora eurosiberiana, dominada por espécies adaptadas ao calor e relativa secura, mas em que ambos os factores são atenuados pela presença regular de massas de ar húmidas e frescas, provenientes do Atlântico. A coexistência destas espécies vegetais é possível pela particularidade do clima da Serra da Cabreira, que congrega uma grande disponibilidade de água, com influência do clima mediterrâneo, que marca progressivamente as regiões mais a sul. Na Cabreira foram recenseadas 256 espécies de plantas, possuindo 43 um particular interesse para a conservação do património natural devido à sua raridade, vulnerabilidade, carácter endémico ou perigo de extinção, como azevinho ou perigo de extinção, como o azevinho ou a Drosera rotundifolia (espécie carnívora).

A Serra da Cabreira conserva ainda um importante núcleo de vestígios arqueológicos, como abrigos pré-históricos, sepulcros megalíticos, mamoas, gravuras rupestres que atestam a antiguidade da ocupação humana neste concelho.

Aqui encontramos também os Fojos de Lobo, armadilhas de caça através das quais os lobos e a caça grossa eram capturados, e ainda as cabanas que abrigavam os pastores quando estes apascentavam o gado. São conhecidos 4 fojos, Fojo da Alagôa, Fojo Grande, Fojo do Meio e Fojo Novo. Este conjunto monumental é constituído por paredes com cerca de 2,5m de altura. A sua área de implantação abrange as freguesias de Anjos, Ruivães e Rossas, estendendo-se no seu conjunto por 2,5 km. As cabanas são construções mais modestas, quase sempre de planta circular, com paredes de pedra, cobertura de lajes e de torrões de terra. Estas foram construídas entre os finais do século XVI e inícios do século XVIII.

Contudo, para conhecer a Cabreira, descobrir os seus encantos e alcançar lugares recônditos, nada melhor que experimentar um dos trilhos pedestres (Percurso do Turio, Percurso da Costa dos Castanheiros, Percurso de longo curso aos Fojos, etc.) e caminhar por entre a natureza. Esta será a melhor forma de contactar com a fauna, a flora e o património humano dessa serra. Para cada percurso encontra-se publicado um desdobrável que contem uma ficha técnica com as características do percurso, a descrição do trilho, o perfil altimétrico e o mapa. Estes podem ser adquiridos no Posto de Turismo de Vieira do Minho.

 

FESTAS E ROMARIAS

Vieira do Minho tem uma forte dinâmica cultural durante todo o ano, com eventos conhecidos a nível regional e nacional. O Programa Sentir Vieira é um projeto pensado e promovido que pretende afirmar uma imagem impulsionadora de atração turística, divulgar, dinamizar e prestigiar as inúmeras potencialidades do concelho. O Programa que contempla uma atividade mensal pretende reforçar a afirmação da identidade de Vieira do Minho e criar no turista e nos vieirenses a ideia de que há sempre um motivo especial para nos visitar. Merece especial destaque a Feira do Fumeiro, a Feira da Ladra, o Mercado da Castanha e a Agro Vieira

As romarias, em honra dos santos padroeiros, também se sucedem ao longo do ano, dando lugar à festividades populares onde o religioso convive em harmonia com o mundo pagão.

 

 

Fotos e Informações: www.cm-vminho.pt • www.vieiraminhoturismo.com
Facebookwww.facebook.com/vieiradominhoturismo
Foto de Capa: Foto do livro “Vidas de Um Povo”, propriedade de António José Soares Pereira

BARRAGENS

A Barragem da Caniçada que deu origem à Albufeira com o mesmo nome, tem como finalidade principal a produção de energia eléctrica. Contudo, permite também que os seus visitantes desfrutem de uma paisagem excepcional e descubram um mundo mágico repleto de lendas e memórias durante uma viagem à bordo do barco turístico O Brancelhe.

As viagens turísticas realizam-se de julho a setembro, todas as quartas-feiras pelas 11h00 e domingos às 17h00. O local de embarque é na freguesia da Ventosa, a 500 metros da ponte de Rio Caldo.

Refira-se, ainda que o Barco Turístico tem horário flexível para grupos mediante marcação prévia durante todo o ano. Para mais informações e reservas os interessados devem contactar o Posto de Turismo de Vieira do Minho através do número 925973100.

Delimitada por três freguesias do município de Vieira do Minho, a Barragem do Ermal é alimentada pelo Ave e foi construída em 1938. Ocupa uma área de 163 hectares, tem uma capacidade de 22 milhões de metros cúbicos de água e produz anualmente uma média de 95 GWH. A área envolvente dispõe de excelentes condições para a prática de um turismo de qualidade, nomeadamente, desportos aquáticos como ski aquático através do teleski, gaivotas e canoas. Esta albufeira de águas aprazíveis, límpidas e cristalinas faz, não só, a delícia dos mais aventureiros, mas também dos mais sossegados.

Localizada na zona de transição entre o Minho e Trás-os-Montes, a Barragem de Venda Nova oferece uma paisagem que prende e seduz qualquer um. Entrou em funcionamento em 1951 e é alimentada pelo curso de água do rio Rabagão. Com 94m de altura máxima e cerca de 2 km de desenvolvimento no coroamento, esta barragem tem uma capacidade total de armazenamento de água de 94 500m3.

 

RIOS

O Rio Cávado nasce na serra do Larouco, a uma altitude de cerca de 1520 metros e desagua no oceano Atlântico, junto a Esposende, após um percurso de 118 quilómetros. O Concelho de Vieira do Minho é banhado pelas águas límpidas e azuis do Rio Cávado, que aliadas à montanha arborizada fazem da Albufeira da Caniçada um cenário inesquecível.

O Rio Ave, que tem a sua nascente no alto da Serra da Cabreira, proporciona cascatas e lagoas naturais, convidando caminheiros e veraneantes ao descanso e a um mergulho. Este rio tem uma extensão de 94 km, banha os concelhos de Póvoa de Lanhoso, Guimarães, Vila Nova de Famalicão, Santo Tirso e Trofa e desagua no Oceano Atlântico em Vila do Conde.

Subindo o Rio Ave desde o lugar de Lamedo até a aldeia de Agra, o caminhante poderá desfrutar de uma paisagem de extrema beleza, contemplar meia centena de moinhos, uma das mais características expressões arquitectónicas do Minho, a Cascata da Candosa, o Poço Negro, e ainda refrescar-se nas várias lagoas de água límpida.

De acordo com a lenda, estará na origem do Rio Ave uma bela e triste história de amor que envolve uma jovem cabreira e um cavaleiro: “ (…) Chorou tanto, tanto, que o caudal das suas lágrimas se transformou num Rio e esse rio foi banhar a terra daquele que a abandonou: “Vila do Conde”. E o bom Povo quis perpetuar, com toda a justiça, o amor desgostoso da moça pastora. Por isso, deu à Serra onde ela vivera a sua grande paixão, o nome de Serra da Cabreira e já que ela queria ser ave e voar, passou a chamar ao Rio da Vila do Conde, o Rio Ave…”

 

VIA XVII

O actual território de Vieira do Minho integrava o Conventus Bracarensis, sendo atravessado pela via militar romana que ligava Bracara Augusta (Braga) a Asturica Augusta (Astorga), por Aque Flaviae (Chaves). A Via XVII implanta-se na vertente setentrional da Serra da Cabreira, virada ao Rio Cávado, entrando em Vieira do Minho junto à Capela de São Gonçalo, no lugar do Pousadouro da freguesia de Tabuaças, e saindo pela Ponte do Arco, hoje submersa pela águas da barragem da Venda Nova.

Junto à Capela de Nossa Senhora da Begonha, na freguesia de São João da Cova, está colocado um marco que identifica a via romana do Município de Vieira do Minho como parte integrante do projecto “Vias Augustas”. A envolvente, que circunda esta Via Romana, é uma paisagem bucólica, plena de ruralidade, onde prevalecem os campos agrícolas e as construções de arquitectura vernácula.

 

PONTE DE MISARELA

Na zona de Frades, freguesia de Ruivães, o vigor da natureza é quebrado pela secular Ponte da Misarela, que se eleva a mais de 15 metros sobre o leito do Rio Rabagão. Este monumento está ligado a várias crenças pagãs e lendas, uma das quais atribui a construção da ponte a um pacto entre um foragido e o diabo, o que lhe valeu o epíteto de “Ponte do Diabo”. Aquando das Invasões Francesa, a 17 de Maio de 1809, passou por aqui o exército francês de Soult, fugindo à perseguição das tropas anglo-lusas de Wellesley. A construção da ponte remonta à Idade Media e está classificada como Imóvel de Interesse Público desde 1958 (Decreto n.º 45/93, DR n.º 280, de 30-11-1993 e Decreto n.º 42 007, DG n.º 265, de 06-12-1958).

 

CAPELAS

Situada na freguesia de Cantelães e em plena serra, a Capela de Nossa Senhora da Fé foi construída em 1759 após o aparecimento da imagem no monte de Santa Cecília. O recinto da Capela integra dois coretos, uma fonte, e ainda uma grande Cruz que se avista desde a vila de Vieira do Minho.

É no 1º Domingo de Junho que a Capela acolhe anualmente uma peregrinação do arciprestado de Vieira do Minho.
Junto ao santuário de Nossa Senhora da Fé existe um nicho construído no tronco de uma árvore que alberga a imagem de Nossa Senhora.

Capela da Nossa Senhora da Begonha, em São João da Cova, data de 1801 (conclusão obra 1806) e é a única capela dedicada a Nossa Senhora da Begonha existente em Portugal. No seu interior, existe uma imagem de Nossa Senhora da Begonha que veio do Santuário de Biscaia de Bilbao, há mais de 200 anos, trazida por Domingos Martins Gonçalves, benemérito a quem se deve a construção da capela.

A Capela da Senhora da Lapa, situada no monte do Penamourinho, freguesia de Soutelo, foi construída em 1694 a mando de João Gonçalves e sua esposa Margarida da Silva. Esta capela destaca-se pela sua originalidade, uma vez que foi edificada no interior de um penedo. É de salientar ainda a porta da entrada que data de 1898, várias inscrições gravadas no tecto e o quadro encaixilhado com a história do santuário escrita pela Padre José Maria Machado em 1851. Nas imediações do santuário existem um coreto, várias fontes, as instalações que dão apoio aquando da romaria anual (Segundo domingo de Julho) e um miradouro.

Situada no sopé da Serra da Cabreira, o que lhe proporciona uma envolvente natural de grande beleza, a Senhora da Orada insere-se na freguesia de Pinheiro, a cerca de 7 km da vila de Vieira do Minho. Junto à Capela, podemos deparar com uma escadaria toda em pedra, um Fontanário Arquiepiscopal, a casa da confraria, um coreto, um palco, um cruzeiro e no alto do monte um Calvário que tem no meio um lago e ao fundo um crucifixo de grandes dimensões.

No interior da Capela podemos encontrar dois altares laterais dedicados à Senhora de Fátima e à Senhora do Guadalupe, e no fundo um retábulo que data do século XVII.
Desde 1840 que a festa em honra da Senhora da Orada realiza-se no terceiro Domingo de Junho.

 

MUSEU DA MOTO ANTIGA

Único em Portugal, o Museu da Moto Antiga abriga razões de honra e congratulação para este Concelho, por se tratar de um espaço original de técnica, arte e comunicação. Este Museu é um espaço de paixão e esforço que vale a pena assinalar. Aqui o visitante tem garantido o espanto e a história, quer pela dimensão dos objectos expostos, quer pelas narrativas que cada um deles deixa adivinhar, maravilhando o olhar e provocando a surpresa pelo estado de conservação em que se apresentam, testemunho da dedicação do coleccionador.

 

LAGAR DE AZEITE DE VILARCHÃO

Com mais de 300 anos, o Lagar de Azeite de Vilarchão foi recentemente recuperado conservando toda a sua maquinaria original, o que permite ainda produzir azeite através do método tradicional, em que a força da água é a força motriz. Tratava-se de um lagar de tipo comunitário, isto é, qualquer pessoa que tivesse azeitona poderia trazê-la a este lagar e transformá-la. Actualmente pertence à Junta de Freguesia de Vilarchão e integra a Rota do Património Industrial do Vale do Ave.

 

CASTRO DE VIEIRA DO MINHO

Os estudos e as escavações, que a unidade de arqueologia da Universidade do Minho efectuou no Castro de Vieira do Minho, demonstraram que este foi um local habitado pelo homem desde a Idade do Ferro e que terá sido depois romanizado. Os mesmos realçam ainda, que neste local, também se edificou, nos primeiros séculos da Idade Média, o castelo sede do Território Velariae (Terra de Vieira).

O povoado fortificado”castrejo” ocupa uma área aproximada de 15 hectares, apresentando um sistema defensivo composto por 3 linhas de muralhas concêntricas, defendendo amplas plataformas artificiais, por onde se distribuem vestígios de construções de plantas circulares e rectangulares. Aqui foram encontrados vários instrumentos dessas épocas, como fragmentos de peças de cerâmicas e a parte superior de uma ara romana. O Castro localiza-se na vertente sul da Cabreira, a 563m de altitude e a menos de 2 km da sede do concelho. O acesso efectua-se pela estrada municipal 526 que liga a Vila de Vieira do Minho à Freguesia de Pinheiro.

 

CONJUNTO HIDRÁULICO DE ROSSAS

O Conjunto Hidráulico de Rossas é um excelente exemplar das antigas e tradicionais estruturas pré-industriais que recorriam à força da água para a transformação das matérias-primas. Situado no antigo largo da feira de Rossas, este conjunto é composto por um moinho, um lagar de azeite, uma serra, um engenho de linho e um alambique. Este património etnográfico esteve, durante várias décadas, parado e ao abandono. Nos anos 90, foi recuperado por empenho do proprietário, que ambicionava restaurar as estruturas e perpetuar as memórias e tradições locais.

O Moinho de planta retangular é construído em alvenaria irregular e em perpianho, de granito. A cobertura, de três águas, é em telha de aba e de canudo. No interior conserva-se todo o equipamento de moagem, como em mós, em granito, a tremóia e o tremonhado em madeira. A água é aduzida ao moinho por caleira estruturada e cubo quadrangular, em granito, acionando um rodízio de penas, em madeira.

 

FRAGAS DE PENA-MÁ

Para além das cascatas do Caldeirão, Candosa e da Misarela, o concelho é presenteado por uma queda de água única e cheia de misticismo, as Fragas de Pena-Má.
As Fragas de Pena-Má, com cerca de 80 metros de altura, situam-se na freguesia de Salamonde, numa apertada garganta aberta pelo pequeno regato que tem o nome de Rio-Mau. Em torno da cascata e da sua envolvente pitoresca, está associada uma lenda, segundo a qual, as gentes da terra e das freguesias vizinhas procuravam este local para curar os males das crianças.

 

FORNOS COMUNITÁRIOS DE CAMPOS E LAMALONGA

Situados nas aldeias de Campos e de Lamalonga, os fornos do povo testemunham um passado profundamente marcado pelo comunitarismo. São edifícios de granito, cumeados por grandes lajes. Ali o povo cozia o seu pão, organizando-se na partilha do espaço e no fornecimento de lenha para o aquecer. Serviam também para refúgio de quem passava pela aldeia, viajante ou pobre pedinte. Em bom estado de conservação, estes são, ainda hoje, usados pela população para cozer o pão ou para demonstração junto de escolas e visitantes afim de perpetuar a história e costumes da freguesia.

 

CASA MUSEU ADELINO ÂNGELO

A Casa Museu Adelino Ângelo está instalada num antigo solar, a Casa de Lamas, propriedade da Câmara, que se encontra localizado no centro de Vieira do Minho. É um edifício emblemático cujo interesse arquitectónico motivou a abertura de um processo de classificação, como Imóvel de Interesse Público.

A Casa Museu Adelino Ângelo está referenciado como um espaço de actividades culturais, nomeadamente exposições temáticas, direccionadas para a mostra e experimentação de exercícios artísticos de criadores, num cruzamento de diversas técnicas e suportes, de diferentes discursos artísticos e vários temas que reflectirão as mais variadas preocupações e problemáticas, presentes no “território” artístico actual. Será particularmente pertinente que estas exposições possam vir a constituir um reforço e um estímulo ao trabalho que cada artista possa vir a realizar.

GASTRONOMIA

A cozinha vieirense está profundamente marcada pelos sabores rurais e serranos, e pelo aproveitamento dos produtos endógenos que possibilitam a confecção de iguarias verdadeiramente tentadoras.
No inverno e depois dos presuntos e enchidos estarem secos e curados, o mais afamado manjar tradicional, as Couves com Feijões, recheia as mesas do concelho.

vitela assada no forno é outro prato clássico da gastronomia vieirense. A carne Barrosã, gado que pastoreia grande parte do ano nos pastos verdejantes da Serra da Cabreira, pode ser degustado nos restaurantes ou adquirida nos talhos da região.

Para completar o cardápio, não podemos deixar de referir outras especialidades da terra que merecem ser destacadas, tais como o Cabrito, o Anho, os Barquilhos, as Rabanadas, o Leite-creme, o Pudim, entre outros.


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45 €
Quinta do Bento
Vieira do Minho

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200 €
Casa do Penedo
Vieira do Minho

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59 €
Vivenda do Paul
Vieira do Minho

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116 €
Aquafalls Nature Hotel
Vieira do Minho

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90 €
Quintas de Jaco
Vieira do Minho

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60 €
Casa da Lage
Vieira do Minho

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135 €
Casa das Leiras
Vieira do Minho

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65 €
Quinta Travessa
Vieira do Minho

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150 €

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100 €
Quinta Cercas da Costa
Vieira do Minho

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85 €
Quinta da Mouta
Vieira do Minho

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125 €
Quinta do Pontido
Vieira do Minho

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50 €
Quinta de Calvelos
Vieira do Minho

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200 €
Casa do Telhado
Vieira do Minho