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Locais a visitar » LOUSÃ, Terra de Emoções!

LOUSÃ, Terra de Emoções!

Descubra um Concelho fantástico, cheio de vida, onde pode disfrutar da magnífica Serra da Lousã, atividades desportivas e culturais e uma oferta de produtos locais, alojamento e restauração de qualidade impar.

O concelho da Lousã caracteriza-se pelos seus monumentos, história, belezas paisagísticas e, sobretudo, a montanha, para além da proximidade com outros importantes centros turísticos da região. Na vila da Lousã, a planície funde-se com a montanha, e muitos são os locais de interesse, como as magníficas casas do século XVIII que se espalham pela Vila, como o elegante Palácio dos Salazares, ou a Casa da Viscondessa de Espinhal, a Casa dos Magalhães Mexias ou a Casa da Rua Nova, entre tantas outras.

Igualmente dignas de registo são a Igreja Matriz e a Misericórdia, bem como o conjunto de ermidas que formam o Santuário de Nossa Senhora da Piedade.

Nos arredores, vale a pena conhecer as “Aldeias De Xisto“, como Candal, Casal Novo, Cerdeira, Chiqueiro e Talasnal e as tradicionais aldeias serranas, tais como Catarredor, Vaqueirinho e Franco.

De facto, existe uma oferta diversificada que abrange as Aldeias do Xisto, Rede de Percursos Pedestres, três Praias Fluviais – distinguidas com Bandeira Azul – Circuitos de BTT, Trail e Downhill, Castelo da Lousã, Centro Histórico e Casas Brasonadas, 2 Museus Municipais e uma gastronomia muito rica.

CASTELO DA LOUSÃ

Podemos encontrar o Castelo da Lousã na pequena aldeia de Arouce, hoje em dia desaparecida, a 2 km de distância do centro da Lousã, na margem do rio Arouce. A data exata da construção do castelo é desconhecida, apontando-se o século XI como mais provável, aquando das reformas de D. Sesnando, que também povoou esta vila. Séculos mais tarde, após ter ganho importância territorial, a Lousã sobrepôs-se à vila de Arouce, e o castelo passou então a ser conhecido como “Castelo da Lousã”.

Ainda sobre este assunto, existe uma lenda que situa o castelo ainda no período romano. Terá sido mandado construir pelo Rei de Conímbriga, Arunce, como local de abrigo para onde pudesse fugir em caso de ataque à cidade - e nada mais estratégico que um local escondido e inesperado no meio da Serra da Lousã. Certo dia, aquando de uma invasão a Conímbriga organizada pelo príncipe cristão Lausus, o Rei parte para o castelo, levando consigo a sua filha Peralta, que durante a fuga se enamora do príncipe Lausus. A história acabaria por não ter um final feliz, com a morte de Arunce e Lausus, e Peralta chorando-os, isolada no castelo. Crê-se que, por isto, “Lausus” esteja na origem do nome “Lousã” e o rio “Arouce” derive, por sua vez, de “Arunce”.


FÁBRICA DO LICOR BEIRÃO

Conhecido como “O Licor de Portugal”, o Licor Beirão inclui alecrim, canela, eucalipto, laranja e ingredientes importados do Brasil, Índia, Sri Lanka, e outros. Pode beber-se fresco ou com gelo, associado a caipirinha ("caipirão") ou a receitas de doçaria.

O Licor Beirão foi criado no século XIX, por um caixeiro-viajante de vinhos do Porto que por amor se fixou na Lousã. Após um período de crise no negócio, a fábrica e a receita secreta do licor foram comprados por um ex-trabalhador (José Carranca Redondo) que divulgou o néctar por todo o país. Inicialmente através do "boca-a-boca" e depois com campanhas publicitárias originais em painéis de azulejo, casas de banho, portas de táxis, “outdoors” nas estradas nacionais, entre outros, J. C. Redondo acabou por tornar-se também num empresário do ramo da publicidade. Chegou mesmo a ser arguido em 92 processos-crime por publicidade nas estradas que, a partir de certa altura deixou de ser legal, tendo sido condenado apenas uma vez. Mas este foi apenas um dos seus negócios: dedicou-se também à produção de material reflector, sinalização de trânsito, fibra de vidro, e outras atividades.

A atitude visionária do Sr. Carranca Redondo levou a que o Licor Beirão fosse considerado a marca do século XX, em Portugal. Na Quinta do Meiral encontramos a sede da empresa do mais famoso clã de licoreiros do país. Aqui encontra uma loja de venda ao público e um painel de azulejos que nos saúda com o célebre slogan da marca - "O que é que se bebe aqui?".

"ISTO É LOUSÃ"

Criado em 2016 por um grupo de anónimos apaixonados pela Lousã, o projeto "Isto é Lousã" é responsável pela criação de várias estruturas artísticas no concelho. Entre elas, estão o baloiço da Praia Fluvial da Senhora da Piedade (este ficou destruído no inverno, e foi recuperado novamente este verão, com a mais-valia de ter agora também uma iluminação noturna edílica), o baloiço no Alto do Trevim (imagem de capa do artigo, com vista para a Serra da Lousã), o painel de letras gigantes "L O U S Ã" (acima do baloiço anterior), a moldura sobre a vila "Isto é Lousã" (na estrada a caminho do Castelo da Lousã), o banco e os sofás (localizados antes da aldeia do Casal Novo, é possível aceder apenas a pé a partir de uma descida à esquerda na estrada de alcatrão).

Estes locais são já "bilhetes-postais" da Lousã. Vale a pena percorrer cada um destes espaços e colecionar fotos memoráveis!

 

FEIRAS E FESTAS

Se há povo que gosta de receber bem e de mostrar a sua terra, são os lousanenses! E prova disso é o calendário de feiras e festas que o concelho prepara todos os anos com primor. São cinco as principais datas em que a Lousã está em festa:

Festival da Chanfana: acontece habitualmente no final de fevereiro, e durante este período é possível degustar a Chanfana lousanense tradicional ou reinventada (e.g. Açorda de Chanfana, Bacalhau Achanfanado, Hambúrguer de Chanfana, Ovos Rotos com Chanfana) em diversos restaurantes do concelho;

Fins-de-Semana Gastronómicos do Cabrito da Serra da Lousã: decorre em dois fins-de-semana de abril/maio e é igualmente uma excelente oportunidade para testemunhar todo o "saber-fazer" e "saber-servir" que tão bem caracterizam a Lousã;

Feira Anual de São João: a tradicional noite de São João vive-se intensamente na Lousã, ou não fosse este o dia de Feriado Municipal. A festa dura vários dias, com uma mostra industrial e comercial, espetáculos musicais, desfile das marchas sanjoaninas, arraiais populares, terminando com a noite de São João na Travessa.

Festival Sabores de Outono: no final de outubro, em pleno outono, a Lousã oferece um menu de conforto em diversos restaurantes da região; esse menu é composto por produtos bem característicos da região como a castanha, cogumelos e tortulhos, migas, javali, grelos, papas laberças, veado, truta, entre outros.

Feira do Mel e da Castanha: aquela que é "a melhor Feira do Mel do país" acontece em meados de novembro, com mais de 100 expositores, no Parque Municipal de Exposições, e com uma programação diversificada entre animação, tasquinhas e artesanato. Neste certame, é comercializado mel certificado (Mel DOP Serra da Lousã), castanha, nozes, e produtos da terra.

 

 

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Fontes e Créditos: CM Lousã

As Aldeias do Xisto são a porta de entrada para um território maravilhoso com uma variada oferta de turismo e lazer em íntimo contacto com a Natureza e com as tradições culturais da região. Para quem gosta de caminhar, existem mais de 600Km de percursos pedestres devidamente homologados. Os amantes de BTT vão ficar surpreendidos com a oferta de trilhos com vários níveis de dificuldade ancorados nos Centros de BTT, autênticas estações de serviço em regime de self-service adaptadas aos praticantes da modalidade.

Durante o Verão, a rede de praias fluviais permite momentos refrescantes e tranquilos nas mais puras águas do país. Nas Lojas Aldeias do Xisto encontrará produtos gourmet e artesanato tradicional e contemporâneo, que poderá apreciar enquanto saboreia um chá. E já que falamos de sabor, prepare-se para deixar a dieta de lado pois os restaurantes parceiros elevam a gastronomia regional a um patamar de excelência. Explore a nossa agenda de eventos, há sempre algo de surpreendente e inovador a acontecer por aqui, seja um concerto de jazz ou fado, um entrudo tradicional ou uma actividade e desporto outdoor. E no fim do dia, aninhe-se num dos muitos alojamentos existentes nas aldeias. Ao acordar vai querer repetir tudo novamente.

 

CANDAL

Construída em harmoniosa parceria com a Natureza, a Aldeia do Candal é rasgada por dois elementos vitais - a Ribeira com quem partilha o nome e a EN236 – que a alimentam e despertam. Nascida nas encostas da Serra da Lousã, foi por esta desafiada, o que lhe moldou o carácter marcado e altivo. Em forma de anfiteatro, quem a percorre pisa o palco de uma experiência única, de vislumbre da Aldeia e da Serra, salpicada pela melodia que a Ribeira vai entoando no seu leito.

Os seus habitantes cresceram com os desafios da vida na Serra, marcadamente dura. A estrada nacional, importante via de contacto, trouxe outras gentes, que ansiavam pela chegada ao Candal, reconhecido ponto de abrigo, onde se retemperavam energias para prosseguir viagem. Hoje, mantém essa hospitalidade distintiva, albergando e maravilhando os turistas que a visitam.
Aldeia com vitalidade reconhecida e protegida pela Rede Natura 2000, evoluiu, sem perder a originalidade. Para isso contribuiu a integração na Rede das Aldeias do Xisto – e a abertura da Loja da mesma marca - que vem beber ao Candal a sua personalidade vincada, matando a sede de autenticidade, de respeito por um mundo mágico, de comunhão entre conforto e modernidade, temperado pelos cheiros, sons e sabores da nossa memória.

Relativamente perto da aldeia, com acesso fácil e bem sinalizado, a cascata do candal atrai muitos curiosos, a sua fama chegou longe e são muitos os que param na aldeia, apenas para ir ver a Cascata. O percurso inicia-se junto à Loja do Xisto e logo aí, mesmo debaixo da ponte, poderá ver um moinho de água recuperado e operacional. Para chegar à Cascata, basta seguir pela ribeira. Apesar de existir sinalização, nada como deixar os instintos e o som da natureza chamar por si.

 

CASAL NOVO

Verdadeiro tesouro escondido, a Aldeia do Casal Novo tem o seu refúgio nas encostas da Serra da Lousã, deslizando montanha abaixo, quase como procurando o seu caminho até ao Santuário da Nossa Sra da Piedade. A sua genuinidade é um dos motivos pelos quais integra a Rede das Aldeias do Xisto, a que se juntam a singelidade e autenticidade das suas vivências, costumes e tradições.
Com uma rua principal, rasgada por pequenas transversais, a sua dimensão é contrastante com a beleza da arquitetura, que nos apaixona em cada pormenor. De grande harmonia visual, tem nas suas eiras espaços de elevado valor histórico e patrimonial. Outrora usadas como locais de trabalho agrícola comunitário, contam-nos histórias de quando ao trabalho se juntava a alegria da convivência, em que as cantilenas acompanhavam a lavoura e o suor andava de mão dada com um sorriso e um cumprimento amigo.

Protegida pela Rede Natura 2000, com uma vasta riqueza e diversidade de fauna e flora, a Aldeia do Casal Novo é mais do que um miradouro para a Lousã e o seu Castelo, é um portal único para observar vidas de outrora, imortalizadas nas suas pedras de xisto.

 

TALASNAL

Postal vivo de autenticidade e percurso do tempo, a Aldeia do Talasnal pede emprestadas as paisagens da Serra da Lousã, manto protetor e fonte de vida de todos os seus habitantes. Construída com o xisto que a Serra deu, é narradora de vidas, de vivências marcadas pelas agruras dos trabalhos da agricultura e pastorícia, da felicidade transformada em risos que só o espírito de comunhão de uma Aldeia permite. Os seus lagares, orgulhosos, recordam que ali se fazia o azeite, tempero do prato e da alma, fonte de sabores recriados nos restaurantes de hoje. As águas que a percorrem, entoam músicas que a Serra dita, mostram caminhos antigos, percorridos tantas vezes na construção de memórias.

A antiga escola mantém-se lá. Acolhe quem visita a Aldeia, porto de abrigo de todos os que dela precisem. Reconverteu-se, mas não deixa esquecer que foi fonte de saber. Visitar o Talasnal, protegido pela Rede Natura 2000, é entrar numa experiência de autenticidade, colocar um pé no passado e numa escola de vida, sentindo que integramos um pedaço da nossa história. O Talasnal manteve-se fiel a si próprio, integrado na Rede das Aldeias do Xisto, é certo que viverá único e autêntico, continuando a maravilhar gerações futuras.

 

CERDEIRA

A Cerdeira recebe-nos dizendo que ali mora a tranquilidade. Convida a entrar, a atravessar um portal mágico, uma pequena ponte que nos faz duvidar se é de madeira ou de sonhos, levando-nos até à fonte, onde matamos a sede e despertamos sentidos. Entramos e recebemos uma lição em arquitetura que deslumbra. As pequenas casas, feitas de xisto e madeiras da Serra, parecem ter escolhido os locais mais difíceis e recompensadores para nascer, decoradas pela flora que as abraça e conforta. As suas ruas, estreitas, constroem jogos de luz e de sombra, escondendo segredos em cada recanto. Aqui o vento não sopra, canta, guiando-nos pelos seus versos. Somos confortados em cheiros e aromas, que sempre estiveram lá.

Aqui juntam-se as Artes, as da construção da Aldeia e as que vivem no quotidiano da Cerdeira, transformando-a num local de criação artística permanente de elementos à solta. Integrada na Rede das Aldeias do Xisto, soube reinventar-se, sem perder a genuinidade. Percorrer esta aldeia, protegida pela Rede Natura 2000, é um exercício físico e sensorial. A cada passo há um recanto, um beco, um elemento que não se sabe se ali foi colocado pelo Homem ou pela Natureza. Não há dissonâncias. Há o som da tranquilidade, da autenticidade."

 

CHIQUEIRO

Rasgando o silêncio, são as campainhas dos rebanhos que embalam a Aldeia do Chiqueiro, que integra da Rede das Aldeias do Xisto e é protegida pela Rede Natura 2000.
Construída em xisto, resgatado da Serra da Lousã, deve o seu nome à atividade predominante da Aldeia, que cruzou os tempos, a pastorícia. Fonte de riqueza, esta ligação à fauna endógena, com rebanhos de cabras e a presença de veados, corços e javalis, é um recordar constante da ligação do Homem à Natureza, tão bem ilustrada nas vivências e tradições do Chiqueiro.

Com uma vista privilegiada para a vila da Lousã, a Aldeia é de uma simplicidade contagiante, dispondo as suas casas, currais e palheiros por duas ingremes ruas, que se seguram nas encostas da Serra, envolvidas por uma vegetação luxuriante. Atravessada por vários caminhos pedestres, mantém o aspecto humilde e simpático, traço comum às suas gentes. Visitar o Chiqueiro, implica ficar sempre um pouco mais, tal é a atração que os seus traços e história têm sobre nós. Com o rosto praticamente inalterado, a sua autenticidade marca quem a visita, pedindo sempre um novo encontro. Quem visita o Chiqueiro nunca diz adeus, diz antes, até outro dia.

 

 

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Fontes e Créditos: CM Lousã

SERRA DA LOUSÃ

A Serra da Lousã é um território úncio de biodiversidade que abrange cinco concelhos: Lousã, Miranda do Corvo, Góis, Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera. A par da Serra do Açor e da Serra da Estrela, a Serra da Lousã compõe a Cordilheira Central.

São muitas as Aldeixas do Xisto que guarda nas suas encostas inóspitas: Aigra Nova e Aigra Velha, Candal, Casal de São Simão, Casal Novo, Cerdeira, Chiqueiro, Comareira, Ferraria de São João, Gondramaz, Pena e Talasnal.

Entre as inúmeras espécies de seres-vivos que podemos encontrar, destacam-se o Veado e a Víbora-Cornuda (Vipera latestei). Esta última é uma das poucas serpentes venenosas existentes em Portugal.

Com o fim do verão e a chegada do outono, o amor começa a despertar na Serra da Lousã. Durante o pôr do sol e o amanhecer, com as temperaturas baixas e o misticismo da noite, os veados iniciam a época da "brama" - ou cio - naquele que é considerado um dos espetáculos mais belos e arrepiantes da natureza.

Este momento - que dura cerca de 1 mês, entre setembro e outubro - corresponde a um pico de afluência de turistas à Serra da Lousã, sendo este um dos melhores locais no país para assistir à brama. Existem caminhadas de observação organizadas por diversas entidades, como a ADXTUR ou a Lousitânea, cujo objetivo é conseguir avistar pelo menos um cervídeo e ouvir o retumbar dos seus bramidos pelas encostas da serra.

LOUZANPARK

O Centro de BTT da Lousã - Aldeias do Xisto disponibiliza as vertentes de Cross Country (XC), Downhill (DH) e Enduro (EN) surgindo do excelente potencial que o Concelho da Lousã apresenta para a práticas desta modalidade.

Com uma instalação desportiva natural por excelência, como é a Serra da Lousã, o Município da Lousã tem apostado, com os seus parceiros, nesta modalidade, onde se destaca a presença recorrente dos melhores atletas e marcas de equipamentos de BTT do mundo, bem como a realização de provas nacionais e internacionais da modalidade, confirmando a Lousã como a Capital do BTT.

Os percursos apresentam quatro níveis de dificuldade (verde, azul, vermelho e preto) adequados a todos os tipos de utilizadores, desde os que pretendem iniciar-se até aos mais exigentes.

 

PERCURSOS PEDESTRES

São dezenas os quilómetros de trilhos pedestres que atravessam o Concelho da Lousã e as suas Aldeias. E são também centenas as pessoas que desbravam os Caminhos do Xisto que vão e voltam das aldeias e se embrenham na sua paisagem.

Percursos para todos os gostos possibilitam aos pedestrianistas desfrutar da envolvente paisagística e arquitetónica das Aldeias do Xisto e Aldeias Serranas. Todos os percursos pedestres apresentam diferentes níveis de dificuldade e são apoiados por sinalética visível que possibilita com toda a segurança percorrê-los também em autonomia. Ao gosto quer dos mais aventureiros, quer para um belo passeio com amigos ou em família.

Muita da riqueza ambiental e patrimonial que se encontra ao longo dos percursos é explicada por painéis interpretativos que enquadram os principais pontos de interesses.
Os Caminhos Pedestres do Concelho da Lousã são férteis em experiências enriquecedoras e são muitas vezes complementados pelos alojamentos e restaurantes existente no território.

 

GEOCACHING

Descobrir a Mata do Sobral” é um projeto de educação ambiental materializado, entre outras vertentes, através de uma rede de geocaching, planeada estrategicamente, no âmbito do projeto “Controlo/Erradicação de Flora Exótica Invasora para Conservação de Habitats e Espécies da Mata do Sobral” e que resulta de uma parceria entre o Município da Lousã, a Junta de Freguesia de Serpins e a Universidade de Coimbra, cofinanciada pelo Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (PO SEUR), Portugal 2020 e União Europeia.

Ao longo de um powertrail (percurso pedestre informal), com 7,6km, os amantes de atividades de turismo e lazer ao ar livre, podem conhecer a fauna e flora da Mata do Sobral, acompanhando a regeneração natural pós-incêndio e os trabalhos de combate às espécies invasoras, com recurso a 20 geocaches, disponíveis desde maio de 2018.


PRAIA FLUVIAL SENHORA DA PIEDADE

Deixar a Lousã para ir ao encontro da Praia Fluvial da Senhora da Piedade - incluída no complexo com o mesmo nome - é como iniciar uma viagem sem tempo. O lugar conhecido entre a população por "Burgo", fascina quem chega depois de percorrer a estrada sinuosa de dois quilómetros pela serra. Além de ser um centro de peregrinações à capela da Nossa Senhora da Piedade e às Ermidas, todo o "Burgo" - e em especial o castelo de Arouce construído em xisto - transporta os visitantes através da história do concelho. Descendo o castelo, depara-se com um excelente aproveitamento das águas da Ribeira de São João, para a prática balnear. No recinto, existe um café com esplanada e, atravessando uma das passagens sobre a Ribeira, tem-se acesso à zona de solário e ao restaurante “O Burgo”, onde se podem provar pratos típicos. Todo o aproveitamento do espaço tem o xisto como referência.

Recebeu em 2018 a Bandeira Azul, e tem Bandeira "Praia Acessível - Praia para Todos!" do Instituto Nacional para a Reabilitação, Agência Portuguesa do Ambiente e Turismo de Portugal, disponibilizando cadeira anfíbia.

 

PRAIA FLUVIAL DA SENHORA DA GRAÇA

Situada à entrada de Serpins, a praia da Senhora da Graça utiliza o rio Ceira para oferecer dias de ócio na extensa zona de relvado e banhos refrescantes, tanto no leito do rio, como na piscina para crianças. O espaço é vigiado e dispõe de sanitários, duches, parque de merendas e bar de apoio, além de Parque de Campismo. Do vale rodeado de floresta, a descoberta do património natural e construído pode ser feita por caminhadas, BTT ou corrida de montanha, experiências de voo livre ou paramotor, paintball, slide e rappel, passeios TT e canoagem.

Tem Bandeira "Praia Acessível - Praia para Todos!" do Instituto Nacional para a Reabilitação, Agência Portuguesa do Ambiente e Turismo de Portugal e disponibiliza cadeira anfíbia.
Tem "Bandeira Azul" galardão desenvolvido pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE) com o apoio técnico da Agência Portuguesa do Ambiente.

 

PRAIA FLUVIAL DA BOGUEIRA

As águas do rio Ceira, na localidade de Casal de Ermio, a seis quilómetros da Lousã, acolhem os veraneantes e demais visitantes, nos seus passeios pelas Aldeias do Xisto do concelho. A praia, integrada na paisagem rural está pensada para famílias com crianças, tanto por ser vigiada, como pela piscina para os mais pequenos. Uma zona com prancha de saltos, parque de merendas, duches e bar de apoio com esplanada são algumas das valências que oferece. Um passadiço de madeira sobre o rio faz a ligação para a zona de relvado. As águas são ainda aproveitadas para uso de gaivotas e canoas alugadas no local.

Tem Bandeira "Praia Acessível - Praia para Todos!" do Instituto Nacional para a Reabilitação, Agência Portuguesa do Ambiente e Turismo de Portugal e disponibiliza cadeira anfíbia.
Tem "Bandeira Azul" galardão desenvolvido pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE) com o apoio técnico da Agência Portuguesa do Ambiente.
Foi galardoada com "Qualidade de Ouro" pela Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza.

 

 

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Fontes e Créditos: CM Lousã

A gastronomia típica da Lousã surge, essencialmente, do aproveitamento dos produtos endógenos da Serra da Lousã: cabra e cabrito, mel, castanhas e vegetais. O Cabrito é um dos principais pratos icónicos, sendo confecionado de mil maneiras diferentes: assado, "no alguidar", grelhado, ensopado, ou frito. Acompanha habitualmente com batatas assadas, castanhas e arroz de miúdos.

A Chanfana é o outro prato que mais caracteriza a Lousã, e que o concelho "adotou" do vizinho concelho de Miranda do Corvo, de onde é originária. O menu lousanense contempla ainda os Negalhos (outra iguaria resultante do sábio aproveitamento da carne de cabra serrana velha) e a Sopa de Casamento (tipicamente servida ao almoço do dia seguinte à boda de casamento).

As "papas laberças" (couves com farinha de milho), o javali, o veado, ou a galinha, compõem também as memórias da gastronomia lousanense de outrora.

Para enriquecer ainda mais a experiência gastronómica oferecida, existem sobremesas confecionadas com a tríade dos melhores produtos locais: Castanha - Mel DOP Serra da Lousã - Licor Beirão (e.g. Talasnico, Burgo, Pudim de Mel DOP Serra da Lousã e Licor Beirão, Pudim de Castanha c/ Mel DOP Serra da Lousã, entre outros).

Um dos principais produtos embaixadores do concelho, além do Licor Beirão e dos Vinhos Foz de Arouce, é o Mel Serra da Lousã DOP. Como o nome indica, é um mel com Denominação de Origem Protegida (DOP), obtido por abelhas da espécie Apis Melífera Ibérica, mono floral, feito a partir do néctar de urze e, em menor grau, de castanheiro. Destaca-se pela sua cor âmbar escura, textura densa e paladar forte, com alguma adstringência. É produzido em colmeias móveis espalhadas pela Serra da Lousã, sendo extraído entre Maio e Agosto. A Lousãmel é a cooperativa responsável pela sua certificação.

 

 

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Fontes e Créditos: CM Lousã