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Locais a visitar » SANTIAGO DO CACÉM, Terra Única!

SANTIAGO DO CACÉM, Terra Única!

Santiago do Cacém uma cidade de campo, serra e mar

Ocupa um vasto território, que vai desde a faixa litoral atlântica até ao interior alentejano. O município apresenta importante riqueza paisagística e natural, associada a uma não menos rica herança histórico-patrimonial, arqueológica, etnográfica e gastronómica.

Santiago do Cacém é uma pacata cidade do sul de Portugal. Com origens remotas, durante o período romano era local de passagem na via que ligava Lisboa ao Algarve, o que contribuiu para o seu desenvolvimento.

O património edificado atravessa várias épocas. O castelo, as igrejas e as casas senhoriais têm lugar de destaque no perfil da cidade alentejana. Uma verdadeira pérola do Alentejo à espera de ser descoberta. Desde o mar até à serra, descubra os melhores locais para visitar em Santiago do Cacém.

Ao longo dos séculos várias personalidades de relevo cultural aqui nasceram ou residiram, destacando-se, entre outros, o escritor neorrealista Manuel da Fonseca, o guitarrista António Chainho, ou o 4º Conde de Avillez, proprietário do primeiro automóvel que entrou em Portugal, em 1895.

Um pouco por todo o território é possível encontrar património construído e arqueológico. No entanto é no Centro Histórico de Santiago do Cacém, sede concelhia, que se encontram os edifícios mais monumentais e opulentos, contando histórias e lendas de um passado glorioso. Mas, à medida que começa a descida pelas ruas e travessas da zona histórica, vamo-nos deparando com inúmeras casas senhoriais, os antigos Paços do Concelho, com o seu velhinho Pelourinho, a Torre do Relógio ou o antigo Hospital do Espírito Santo.

Na sede do concelho pode-se percorrer o Centro Histórico, descobrindo as suas ruas íngremes que ladeiam casas senhoriais, brasonadas, com outras habitações mais modestas e igualmente tipicas, o portal manuelino da Misericórdia, uma torre do século XVII, e outras pequenas maravilhas, enquanto se sobe até chegar ao castelo medieval. No topo do cerro do Castelo, o “Cerromaior” de Manuel da Fonseca, pode-se também visitar a Igreja Matriz do século XIII, reconstruida após o Terramoto de 1755, e a Tapada dos Condes de Avillez, antigo parque romântico nas traseiras do palácio da mesma família e com interesse histórico e artístico a Capela de São Pedro do séc. XVII.

É do seu imponente castelo, erguido no ponto mais alto da cidade de Santiago do Cacém, que a vista é mais privilegiada. Dali, é possível olhar à volta e avistar a zona urbana, que se desenvolveu em redor das suas muralhas, e a vasta planície, mas também a Lagoa de Santo André, uma das pérolas deste concelho no litoral alentejano.

 

O Museu Municipal, com as suas coleções dedicadas à etnografia, encontra-se na zona baixa da cidade de Santiago do Cacém, instalado na antiga cadeia comarcã, frente ao jardim municipal. Com a mesma temática, é possível visitar o Museu do Trabalho Rural, na aldeia de Abela, dedicado à sociedade e às vivências do mundo rural, que expõe uma rica coleção de alfaias agrícolas, e o seu “parceiro”, o Museu da Farinha, na aldeia de S. Domingos, instalado numa moagem dos anos 20 do século passado, que explica como funcionava esta antiga unidade fabril.

Uma visita à região não poderá esquecer as próximas ruínas de Miróbriga, um importante centro agro-pecuário e termal do tempo romano. O complexo arqueológico inclui um importante núcleo urbano que encerra no seu perímetro um hipódromo, casas de habitação (algumas com pinturas murais) e uma acrópole bem definida onde é bem visível o fórum e o riquíssimo conjunto termal.

Antes da visita, deve retemperar forças num dos restaurantes da cidade, onde a oferta gastronómica pode variar entre o peixe grelhado e os pratos mais típicos da região, como a açorda, as migas e os miolos. Vantagens de ter à mão de semear quer as riquezas do mar, quer as pérolas do campo, da serra e da planície.

Se veio preparado com merenda, no centro da cidade há um parque – Parque Urbano do Rio da Figueira –, onde pode comer e descansar no meio de um jardim, parque de merendas, hortas comunitárias e campos de futebol e de ténis.

 

 

 

 

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Fontes e Créditos: www.cm-santiagocacem.pt
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LAGOA DE SANTO ANDRÉ

Localizada no concelho de Santiago do Cacém, a Lagoa de Santo André é um dos mais belos locais com que a natureza nos brindou. O extenso lençol de água, ladeado de dunas de grão de areia dourada e uma avifauna riquíssima e diversificada tornam este local bastante aprazível.

Juntamente com a Lagoa da Sancha, foi criada a Reserva Natural das Lagoas de Santo André e da Sancha, de modo a proteger e preservar estas importantes zonas húmidas que albergam habitats de grande valor natural, constituindo paisagens únicas, donas de uma luminosidade muito própria e encantadora.

Esta zona costeira caracteriza-se pelos ecossistemas aquáticos e ribeirinhos influenciados, pelas águas doces e salobras, incluíndo pequenas áreas de sapal, salgueirais, caniçais, juncais, urzais palustres e pastagens húmidas.

 

PRAIA DA COSTA DE SANTO ANDRÉ

A Praia da Costa de Santo André possui um areal muito extenso com cerca de 3,4 Km. A nascente, a Lagoa de Santo André que integra a Reserva Natural das Lagoas de Santo André e da Sancha revela uma beleza natural ímpar.

A praia tem um cordão dunar que acompanha todo o seu comprimento, exceção feita à zona da lagoa, onde a sua vegetação surge a espaços. O nível de biodiversidade é elevado. O acesso é feito pela Estrada Regional 261.

 

PRAIA DO MONTE VELHO

A Praia do Monte Velho, também conhecida por Praia do Porto das Carretas, tem um areal branco muito extenso com cerca de 1,8 Km. Possui um sistema dunar compreendido entre o Poço dos Caniços a Norte e os Poços do Barbarroxa a Sul, periféricos à Lagoa de Santo André.

A vegetação cresce em altura à medida que se avança para Este, rumo à mata de pinhal. O acesso é alcatroado e termina num largo onde as pessoas costumam deixar as suas viaturas.

 

PRAIA FONTE DO CORTIÇO (AREIAS BRANCAS)

A praia da Fonte do Cortiço, também conhecida por Areias Brancas, encontra-se integralmente inserida na Reserva Natural das Lagoas de Santo André e da Sancha, pelo que associa importantes ecossistemas costeiros e merece particular destaque pelas suas características naturais. O seu extenso areal é rodeado por uma grande área dunar e de pinhal, que a torna característica da região, e emblemática, pela qualidade da sua paisagem e das suas águas. É uma praia retilínea, é revestida por areias muito claras e finas.

Tanto a praia da Costa de Santo André como a Fonte do Cortiço têm sido galardoadas com Bandeira Azul, Praia Acessível e Bandeia Dourada. Registam uma grande afluência de veraneantes essencialmente nos meses de julho e agosto. Durante a época balnear a temperatura média da água oscila entre os 16ºC e os 19ºC.


SERRA

O concelho é atravessado no sentido norte/sul pelas serras de Grândola, S. Francisco e Cercal. Estas serras constituem uma autêntica barreira natural que separa a planície litoral da planície do Vale do Sado. É na serra que se concentra grande parte dos montados de sobro que produzem uma das grandes riquezas do nosso concelho, a cortiça. Também é caraterístico das nossas serras o medronheiro, de cujo fruto se produz a genuína aguardente de medronho.

Na serra do Cercal, localizam-se as minas da Serra da Mina, Rosalgar e Serra das Tulhas, todas encerradas. A povoação do Cercal constitui na serra um núcleo isolado, mas com grande disseminação de habitações pelos arredores, o que lhe confere um caráter muito particular e interessante. O enquadramento deste aglomerado com a serra é particularmente feliz.

Na serra pincelada de verde, volteamos montes e cabeços entre mantas coloridas de flores silvestres, de onde podemos desfrutar de excelentes panorâmicas.

 

RIO SADO

Grande parte do Município de Santiago do Cacém pertence à bacia hidrográfica do Sado. Este atravessa a sua parte oriental nas freguesias de Alvalade e Ermidas, passando um quilómetro a nascente da vila de Alvalade, dirigindo-se de sul para norte.

Recebe na margem esquerda 2 km a jusante da referida vila um importante afluente, a ribeira de Campilhas, que nasce na Serra do Cercal a Nordeste de Vila Nova de Milfontes. Na margem direita, 5 km a jusante de Alvalade, recebe a ribeira do Roxo, que nasce perto de Messejana e passa a norte de Aljustrel, tem caudal inferior à de Campilhas. Recebe ainda outro importante afluente, a ribeira de S. Domingos.

Autêntica fonte de vida, o rio atraiu desde épocas remotas gentes para as suas margens, assim o confirmam os inúmeros achados arqueológicos pertencentes a vários períodos cronológico-culturais.

 

 

 

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SÍTIO ARQUEOLÓGICO DE MIRÓBRIGA

O sítio arqueológico de Miróbriga, classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1940, situa-se nas proximidades da cidade de Santiago do Cacém, sede de concelho com o mesmo nome, no Sudoeste português. As ruínas denunciam uma ocupação entre o século I e o IV, assentando a urbe latina sobre um povoado da Idade do Ferro.

Na zona mais elevada foi edificado um Forum com um templo centralizado, por certo consagrado ao culto imperial, e um outro templo provavelmente dedicado a Vénus. Circundando o Forum, desenvolve-se a zona comercial. As termas, das mais bem conservadas em território nacional, são compostas por dois edifícios que se anexam, possivelmente para uso masculino e feminino. As zonas habitacionais são ainda pouco conhecidas. Relativamente perto das termas, pode ver-se uma ponte de um só arco de volta inteira. Afastado do centro situa-se o hipódromo, o único de planta integralmente conhecida em território português.

O Sítio Arqueológico começou a ser escavado em 1801, promovido pelo Bispo de Beja, D. Frei Manuel do Cenáculo, e conta atualmente com um Centro de Acolhimento e Interpretação para a explicação do complexo de Miróbriga, construído pelo IPPAR. “O Centro possui uma exposição permanente sobre o sítio, organizada de forma temática, assim como uma sala para acolhimento de grupos. O percurso da visita encontra-se devidamente sinalizado.”

 

CASTELO

No centro de um outeiro, a ocidente da actual vila, situa-se o castelo de Santiago do Cacém. Foi reconquistado definitivamente em 1217 por D. Afonso II, que o mandou construir e o doou à Ordem de Santiago. 

Ao longo dos tempos foi-se degradando pelo facto de ter perdido a sua função militar e acabou ainda mais destruído por altura do terramoto de 1755. A presente muralha apresenta uma forma rectangular, de característica islâmica, enquanto no seu interior subsistem restos da alcáçova, um poço cisterna e vestígios de outras construções. Daqui se avista um belo panorama sobre a serra de Grândola. 

Está classificado como Monumento Nacional desde 1910.

 

CENTRO HISTÓRICO DO CERCAL DO ALENTEJO

O Centro Histórico do Cercal do Alentejo “apresenta um traçado sinuoso e serpenteante, que desemboca repentinamente nos cabos do povo, nos terrenos aráveis ou olival, dos quais apenas as fiadas de casas nos separam.

Traçado orgânico e também racional, uma vez que optimiza a ligação direta às terras de cultivo, formando nesse processo vias de comunicação onde se foram implantando as construções em banda, permitindo assim, uma vizinhança, sociabilidade e interajuda prontas e também o quintal traseiro, tão importante para guardar alfaias, animais ou para as culturas mimosas – formando assim a outra característica da urbanidade do Cercal.

Locais a visitar: Igreja Matriz Nossa Sra. Conceição, Largo da Igreja, Capela da Bica Santa, Lugar da Fonte Santa, Centro Histórico, Largo Augusto Fuchini, Fontanário 1921, Lavadouros Públicos, Barragem de Campilhas e Serra da Guarita

 

CENTRO HISTÓRICO DE ALVALADE

O Centro Histórico de Alvalade corresponde à dimensão da vila há mais ou menos cem anos atrás. Inclui, evidentemente, o seu núcleo mais antigo, onde se notam vestígios arquitetónicos de época romana. “A Rua de Lisboa, onde teriam sido erguidas as primeiras casas, na proximidade da Igreja Matriz, do século XV, templo que teria vindo a ser por diversas vezes remodelado, mas que corresponde do ponto de vista simbólico à fundação matricial, com o antigo cemitério no seu adro e como que projetando-se sobre as várzeas amplas e férteis de Campilhas e do Sado.” “A malha urbana do núcleo histórico, de cariz medieval tem como núcleo central a Praça D. Manuel I, coração da vila. Representava o centro cívico da povoação onde se localizavam as principais instituições.

No centro da Praça localizam-se o Pelourinho Manuelino do século XVI, a capela da Misericórdia do século XVI, de influência maneirista e o edifício dos antigos Paços do Concelho.”

 

CENTRO HISTÓRICO DE SANTIAGO DO CACÉM

O Centro Histórico de Santiago do Cacém “localiza-se na encosta Este do cerro do Castelo, edificação atribuída ao período islâmico que forma um conjunto monumental com a Igreja Matriz do séc. XIII, ambos monumentos nacionais. O antigo centro nevrálgico da cidade, estendendo-se harmoniosamente pela encosta voltada ao sol nascente, constitui um valioso património arquitetónico com as suas ruas estreitas e íngremes e casas senhoriais.”

No Centro Histórico de Santiago do Cacém encontra-se o Pelourinho de Santiago, os Antigos Paços do Concelho, a Igreja da Misericórdia de Santiago do Cacém e o Hospital do Espírito Santo, entre outro património arquitectónico e arqueológico. Este Centro Histórico, conta com um Plano de Pormenor, que visa requalificar o centro histórico através da manutenção e recuperação do edificado e espaços públicos.

 

 

 

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Os sabores, os prazeres e a arte da mesa da nossa terra

Santiago do Cacém, concelho que das serras se estende pela planície até ao mar, apresenta uma diversidade gastronómica onde ricos sabores perduram na história e na tradição. A gastronomia apresenta-se como uma verdadeira simbiose de heranças diversas.

São paladares ancestrais de origens remotas, sabores de um Alentejo interior que contrastam com fragrâncias de um litoral único, onde a lagoa casa com o mar.

Os nossos sabores de terra e de mar são a combinação perfeita de ingredientes, de aromas e de cores, que apelam ao convívio informal, buscando a verdadeira tradição.

A qualidade da enguia da nossa Lagoa é inquestionável, devido sobretudo à abertura anual da lagoa ao mar. Com esta iguaria são confecionados os tradicionais ensopados, e caldeiradas que se comem nos restaurantes da Costa de Santo André. Também as enguias fritas são um petisco muito apreciado, que pode ser acompanhado com pão e vinho da região.

A açorda, que em árabe, quer dizer “sopa de pão”, é feita com fatias de pão de trigo e são manjares muito apreciados e que se preparam em muitos restaurantes espalhados por todo o concelho. As mais procuradas são a açorda de coentros, a açorda de poejos, a açorda de bacalhau, a sopa de beldroegas e a sopa de lebre.

Com o tomate, fruto com alto conteúdo em vitamina C e propriedades antioxidantes e diuréticas, prepara-se a sopa de tomate e o doce de tomate, tendo em Alvalade o seu expoente máximo.

O gaspacho alentejano constitui um prato deveras refrescante, confecionado com água, gelo, alho pisado, sal, azeite, vinagre, orégãos, tomate, pepino, pimento e pão em pequenos bocados. Serve-se acompanhado de peixe frito ou com pequenas tiras de presunto.

As migas diferem da açorda, na medida em que o pão, em vez de fatiado, é transformado numa massa fina frita em gordura de porco que resulta nas famosas «Migas à Alentejana», servidas com carne de porco e rodelas de laranja.

O porco, seus derivados e o borrego são as carnes mais utilizadas na confeção dos nossos comeres.

O porco, uma das bases da nossa alimentação, desdobra-se em múltiplas criações culinárias, quase sempre confecionado com tempero de massa de pimentão e conservado na sua própria manteiga. De entre os pratos mais apreciados, a carne de porco frita, o lombo de porco assado a carne de porco à alentejana, os miolos com carne de porco, as costeletas, o cozido à portuguesa e o cozido de grão, fazem parte dos menus de quase todos os restaurantes do concelho de Santiago do Cacém.

Os enchidos como a linguiça, o chouriço e a farinheira são vendidos e em muitos casos confecionados nos próprios talhos, bem como os torresmos, com os quais se prepara o tradicional bolo de torresmos, e a banha de porco, usada como tempero na confeção de muitos pratos.

O ensopado de borrego, o borrego assado no forno e as cabeças de carneiro assadas constituem verdadeiras iguarias. As carnes de caça como a lebre, o coelho, a perdiz e o javali, multiplicam-se numa grande variedade de pratos e petiscos. Coentros, poejos, orégãos, hortelã, pimentão, salsa e louro são os temperos aromáticos mais utilizados na confeção dos nossos pitéus.

Os vinhos existentes no concelho de Santiago do Cacém, os engarrafados são os brancos, tintos e rosés da Adega do Cebolal, em Vale das Éguas. Os vinhos das pequenas adegas em Santa Cruz e Santo André, podem ser adquiridos a partir de Dezembro.

Dependendo do paladar de cada pessoa, os queijos, podem ser simples, barrados com sal ou com colorau.

No concelho de Santiago do Cacém, a apicultura pratica-se em todas as freguesias, sendo o mel de rosmaninho o mais conhecido.

Da doçaria existente, destacam-se as Alcomonias, doce tradicional de origem árabe, em forma de losango, confecionadas com uma massa conseguida a partir de farinha torrada, pinhão e mel.

De confeção semelhante, os rebuçados de pinhão e mel, apresentam-se embrulhados em coloridos papéis.

O bolo de Santiago, feito com amêndoa, gila, canela e açúcar faz parte das deliciosas sobremesas que constam nas ementas de alguns restaurantes.

De referir ainda as argolinhas de massa frita, as filhós e popias caiadas de Alvalade, o bolo da massa do pão e, ligadas às festividades dos santos populares, as alconcoras e as cachamorras.

Também a fabricação de licores é uma atividade que se perde na bruma dos tempos e faz parte integrante do nosso património gastronómico e cultural.

Preparados essencialmente por mãos femininas, os nossos saborosos licores de poejos e de murtinhos ou mirtilos são uma verdadeira delícia, tendo propriedades antioxidantes e medicinais.

Bons pitéus, boa bebida, e boa companhia são os ingredientes que ajudam a gravar lugares únicos e momentos únicos no nosso pensamento para sempre!

 

 

 

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140 €
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