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VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO, entre o mar e o rio!

Aqui é o princípio de um País, Portugal, de uma região, o Algarve, terra de múltiplas influências culturais, a sua posição de concelho raiano confere-lhe, desde sempre, uma vivência cosmopolita, a síntese do Al Garb e do Andalus.

Inúmeras esplanadas propiciam uma forma de estar descontraída, seja em ambiente citadino ou junto ao mar. Vila Real de Santo António molha os pés nas águas do Rio Guadiana, debruça-se nas dunas de Monte Gordo, vigia o Atlântico na fortaleza e colhe as laranjas dos pomares de Cacela. O voo majestoso da cegonha e os tons rosados dos flamingos enchem de colorido a Reserva Natural, enquanto o camaleão ensaia as suas metamorfoses por entre os pinheiros. Aqui, pode o visitante surpreender-se com o inesperado, emocionar-se com a descoberta, e por fim compreender melhor as gentes, as tradições, em torno de uma mesa de mar, gastronomia perfumada de ervas e temperada com simpatia.

 

ROTA DO PATRIMÓNIO

O tempo encarregou-se de inscrever as suas marcas deixando-nos heranças preciosas de que Vila Real se orgulha. A baixa pombalina da cidade é, no seu todo, um património indissociável e de matriz única de cidade iluminista criada de raiz.

Vila Real de Santo António guarda uma memória sui generis, o seu nascimento definido em data certa, 30 de Dezembro de 1773, aquando da assinatura da Carta Régia da sua fundação. Como cidade construída de raiz, a primeira em Portugal, é o exemplo da cidade do Iluminismo, planeada pela mão férrea do Marquês de Pombal, ministro do rei D. José I (1714-1777), depois do terramoto de 1755, para a reconstrução da aldeia piscatória de Vila de Santo António de Arenilha.

A comprovar o seu dinamismo e riqueza refira-se que foi a primeira, no Algarve, a ter iluminação a gás (1886). Sem nunca esquecer a sua matriz piscatória, já que foram os pescadores quem primeiro a povoou, a cidade foi mais tarde precursora da indústria conserveira do Algarve, apoiada na presença de sardinhas e de atum nas águas do litoral algarvio.

As artes da faina são hoje pedaços de História, parte integrante de uma rica herança, que a urbe soube transformar num futuro dinâmico, sem perder identidade. A baixa da cidade surge como um centro comercial ao ar livre, onde as ruas se sucedem entre lojas e esplanadas e, hoje, é ponto de passagem obrigatório para a outra margem do Guadiana, caminhos ibéricos que confluem.

Vila Real de Santo António conserva o ambiente de uma cidade iluminista, feita de raiz, e no casco histórico da cidade há cerca de uma centena de casas de construção original, que marcam os quarteirões rectos e perfeitos, animadas pelos trabalhos delicados de ferro forjado que ornamentam as varandas. Na zona ribeirinha, a longa marginal junto ao Guadiana apresenta um renque de casas nobres de dois pisos, de fachadas viradas para Espanha, e espelhando-se nas águas do rio, como a Casa dos Folques, antigo edifício da conserveira Ramirez, projectada em 1926 e o Hotel Guadiana em estilo “arte nova”. Não se esqueça o Museu Manuel Cabanas com a maior colecção de gravuras em madeira do país. Atalaia vigiando a foz do Guadiana, o Farol ergue-se solitário, permitindo uma vista esplendorosa sobre o mar, o pinhal circundante e a cidade, o que o transforma num miradouro perfeito.

Em Monte Gordo a origem da Igreja de Nossa Senhora das Dores perde-se no tempo, presumindo-se que seja tão antiga como a própria povoação piscatória. No interior do concelho, a aldeia de Santa Rita, exibe a arquitectura tradicional, casas térreas decoradas com platibandas. Pela sua localização, na Freguesia de Vila Nova de Cacela proporciona uma bela vista sobre todo o concelho. Nada mais adequado do que terminar este passeio no cimo da arriba de Cacela Velha, apreciando a obra prima da Natureza.

 


ENTRE O MAR E O RIO

Bastião fronteiriço, ponte de ligação entre o Algarve e a Andaluzia, terra de marítimos e pescadores e conserveiras, Vila Real de Santo António olha para o Rio Guadiana e para o mar, como desafios cheios de energia. A bela marginal dá acesso a um porto de recreio com capacidade para 358 embarcações, um Cais flutuante constituído por dois pontões ligados a terra por duas pontes e devidas infraestruturas, criando condições óptimas para uma estadia na zona.

A doca é utilizada, simultaneamente, pelos barcos e veleiros de quem aqui aporta e pelos “ferries” que fazem a travessia fluvial entre as duas margens. Como o primeiro, ou talvez o último porto do Algarve, daqui partem cruzeiros, seguindo as curvas dolentes do rio, em passeios de extrema beleza que se poderão prolongar até à vila alentejana de Mértola. Canoagem, remo, wind surf, pesca desportiva, ou simplesmente um passeio pelas estradas líquidas, atraem a Vila Real de Santo António os que gostam de tratar o mar e o rio por tu e procuram emoções  marinhas.

 

CACELA VELHA

Cacela Velha, a ponta nascente da Ria Formosa, é uma aldeia magnificamente preservada e que só por si merece visita demorada. No minúsculo núcleo habitacional resiste a casa da Misericórdia, do século XVIII e a casa da Câmara, datada do século XVI o edifício mais antigo do lugar. No meio do largo fica a cisterna, de origem medieval. É hoje uma das jóias da coroa do património do concelho, ao manter intacta a sua traça e, ao erguerse sobre uma arriba constitui um miradouro privilegiado, sobre as águas da baía de Monte Gordo e ainda sobre os esteiros da Ria Formosa. Está classificada Imóvel de Interesse Público desde 23 de Setembro de 1983, de forma a garantir a sua integridade arquitectónica e preservar a sua história, que remonta ao tempo dos fenícios e detém vestígios romanos e muçulmanos, mas sobretudo a alma de um povo que mantém a sua cultura.

Fortaleza de Cacela Velha: Do largo fronteiro à fortaleza, vislumbra-se um dos mais belos cenários da costa algarvia, aquele que foi originariamente um castelo muçulmano reconstruído no Sec. XVI, e cujas obras o Rei D. Sebastião inspeccionou pessoalmente em 1573.
O terramoto de 1755 deixa as suas marcas, num rasto de destruição, e será D. Rodrigo de Noronha a ordenar a reconstrução, trabalhos que duraram de 1770 a 1794

 

GOLFE

Os campos de golfe de Vila Real de Santo António estão rodeados de paisagens deslumbrantes. Entre os azuis da Ria Formosa e os verdes da Reserva Natural de Castro Marim e Vila Real de Santo António, tudo se conjuga para os golfistas se sentirem num destino ímpar. Os campos incluem-se todos num conceito de preservação ambiental, onde as espécies tradicionais, como a alfarrobeira e a oliveira, se inserem harmoniosamente, conferindo um cunho de autenticidade única.

A sua construção obedece a regras internacionais, no que toca à gestão da água e outros requisitos técnicos, além de o seu desenho ter a assinatura dos mais conceituados construtores. Os club houses, por sua vez, estimulam o luxo informal, como espaços de encontro multiculturais e onde, na maioria dos casos, se pode degustar uma gastronomia de excelência. É neste cenário, onde os valores da Natureza são considerados uma mais valia, que o jogo se torna apaixonante e convida a estadiassimultaneamente relaxantes e cheias de energia. Os lugares perfeitos para apreciar a paixão do golfe.

 

Fontes e Créditos
Camara Municipal de Vila Real de Santo António
Turismo do Algarve

PRAIAS

As praias do concelho de Vila Real de Santo António são convidativas, o mar manso e cálido espraiando-se em vastos areais, por entre as curvas caprichosas das dunas, resguardadas pelas sombras  dos pinhais e, por fim, pelos canais da Ria Formosa. Cenários de contraste, numa mostra caprichosa da Natureza.

A curva graciosa da baía de Monte Gordo abriga uma das melhores praias, familiar, calorosa, a que os barcos de pesca artesanal emprestam colorido, quando, tais gaivotas, poisam no areal, no fim da faina. A moldura verdejante do pinhal, cria um ambiente de frescura inexcedível, misturando na mesma paleta o azul do mar e o verde das árvores.

Um pouco mais próximas da foz do rio Guadiana, as Praias da Fábrica e de Santo António serão mais discretas, mas têm a vantagem da proximidade, ali mesmo ao lado da cidade. Mas há ainda outros areais, à espera de encantar visitantes. A Praia da Manta Rota, de dunas sumptuosas, estende-se a perder de vista, num convite a passeios demorados na orla espumosa das ondas, vagas vagarosas que quase nunca se elevam, senão para tornar os mergulhos mais gostosos.

A Penísula de Cacela Velha, já dentro da Ria Formosa, fica no fino cordão de areia, a que se acede por barco. É um sítio mágico, porque a dada altura, estamos rodeados de um lado pelo canal da Ria e do outro pelo oceano infinito. Ao longe vogam os barcos de pesca, aqui e acolá o mariscador debruça-se, em gestos ancestrais, sobre os viveiros de amêijoas e de ostras que mais tarde poderemos saborear.

Desnecessário será dizer que as praias têm todas as infra-estruturas necessárias, segurança garantida pela vigilância dos nadadores salvadores, bares e esplanadas convidando a degustar a gastronomia da região ou simplesmente a tomar uma bebida fresca e admirar os tons quentes do pôr-do-sol.

 

Fontes e Créditos
Camara Municipal de Vila Real de Santo António
Turismo do Algarve

RIA FORMOSA

O Parque Natural da Ria Formosa tem uma área com cerca de 18 mil hectares, uma das mais bonitas riquezas naturais, não só pelo seu habitat como pela sua singular localização. Classificada como Parque Natural desde 1987 é uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal. Toda esta área de enorme beleza estende-se ao longo de 60 km da costa sotavento do Algarve pelos concelhos de Loulé, Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António desde a península do Ancão até à praia da Manta Rota.

É uma área importante para as aves aquáticas em Portugal, albergando regularmente mais de 20.000 aves durante a época de hibernação. Inúmeras espécies raras passam por este magnífico habitat como, a marrequinha (Anas crecca), ou a gaivota de cabeça preta (Larus melanocephalus), devido ao vento e as correntes marítimas. O camaleão encontrou nesta área o seu habitat.

Atualmente, a ria também é utilizada para a produção natural de bivalves com predominância para as amêijoas e ostras. Muito mais há para conhecer nesta área protegida, rica tanto pelos valores naturais como culturais. É possível visitar através de um passeio pedestre, uma visita guiada, um passeio de bicicleta ou em barco.


RESERVA NATURAL DA MATA

A Reserva Natural da Mata possui uma extensão pinheiral de 3 Km, que liga Vila Real de Santo António e Monte Gordo. A Mata Nacional das Dunas Litorais de Vila Real de Santo António assume um papel de protecção desta região, funcionando como meio de fixação do sistema dunar, controlando os ventos marítimos e abrigando a fauna selvagem.

A Mata alberga uma importante população de camaleão, réptil que tem aqui um dos últimos redutos do seu habitat natural.

O solo arenoso, coberto quase exclusivamente por Pinheiro-bravo e algumas manchas localizadas de Pinheiro-manso, dificulta a fixação da vegetação. A mata tem atualmente uma importante função social cuja manutenção é essencial para a valorização da qualidade de vida da população em seu redor. A fauna e a flora, aliados ao ambiente fresco deste local são um convite aliciante para passeios pedestres ou práticas desportivas. Anualmente, os atletas utilizam a mata para realizar os seus estágios para as competições olímpicas ou internacionais. Junto a Monte Gordo encontra-se um parque de merendas onde poderá relaxar à sombra dos pinheiros mansos ou fazer piniques.

 

RESERVA NATURAL DO SAPAL

Vale bem a pena apreciar a Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António, a primeira a surgir em Portugal, um local de abrigo para aves, peixes moluscos e crustáceos. São cerca de 2089 hectares de área protegida, abrangidos pela Convenção de Ramsar, entre outros dispositivos internacionais de conservação da Natureza. Um mosaico de vida que torna a paisagem surpreendente e inusitada pelo contraste entre esteiros e sapal, um habitat feito à medida de muitas espécies, tanto na zona húmida como em terra.

A reserva dispõe de qualidades ambientais únicas, englobando praias, serra, matas, onde se podem observar inúmeras espécies protegidas e é um dos sítios preferidos de aves migradoras, entre eles o Perna Longa. O voo de incrível beleza das cegonhas, ou as nuvens rosadas dos flamingos são espectáculos a não perder, nas salinas tradicionais, faiscando à luz do Sol, branco inesperado por entre o verde dos campos e o azul do rio. É grande o contraste entre sapais, salinas e o interior que convida a passeios calmos. Pelo caminho, aprecie-se o cenário bucólico pontilhado de casas brancas, antigos moinhos no cimo dos montes. De notar ainda que o início da Ria Formosa fica também no concelho, junto a Cacela Velha.

 

Fontes e Créditos
Camara Municipal de Vila Real de Santo António
Turismo do Algarve

 

GASTRONOMIA

Sabores do Mar e da Terra

Dizem os entendidos que não se conhece verdadeiramente um povo e a sua cultura, enquanto não se  saboreia a sua gastronomia.
O Algarve reflecte uma longa e enraizada tradição gastronómica, uma das mais ricas de Portugal. O mar, Mediterrânico ou Atlântico influenciaram, decisivamente, o modo de comer dos algarvios.
Para quem quiser provar os pratos de atum, pescado na costa algarvia desde o tempo em que os árabes aqui construíram as almadravas, (locais na costa onde se preparava o tunídeo), Vila Real de Santo António é certamente o destino acertado. Experimente-se a tradicional “estupeta” ou a “muxama” (lombo do atum fumado).

As Reservas Naturais são um viveiro de crustáceos e moluscos, saborosíssimos, o mar tem uma imensidão de peixes e o rio Guadiana também contribui para esta paleta de sabores genuínos. Nos frutos do mar, destaca-se o lagostim e o camarão.

A cataplana, uma forma em concha, feita de cobre, retém os sabores dos alimentos e é um ex-libris do Algarve, onde se fundem os paladares da amêijoa marítima e do porco campesino. À medida que nos embrenhamos pelo interior, surgem os pratos que a caça ou a criação de gado proporcionam, acompanhados pelos legumes.

Nos doces, as amendoeiras algarvias convocam os bolinhos de amêndoa, assumindo imaginativas formas de frutos animais ou flores. Os figos, depois de secos, também integram as receitas tradicionais, de sabor único, ou antes, a saber a Algarve.

 

 

Fontes e Créditos
Camara Municipal de Vila Real de Santo António
Turismo do Algarve


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